
Agonia, barriga dói, calafrios, pensamentos cortando sua mente numa velocidade absurda, ansiedades... Reconhece essa reunião de sentimentos? Sintomas básicos de uma paixão. Particularmente, não gosto de me sentir assim; é tão ruim estar apaixonado. Você briga com você o tempo inteiro, pensando e repensando diversas ocasiões.
Em compensação aparece um paradoxo: você se sente movido por uma energia e disposição, inimagináveis. Você tem vontade de abraçar o mundo e querer ser abraçado por tudo e todos. Você acha q o mundo sorri pra você em tudo que ele faz.
Daí, analisando as situações, vivemos assim entre a ansiedade, calafrios e a felicidade incidental. Perdemos-nos e nos salvamos...
Ao comentar sobre a minha situação atual com um amigo, e ouvindo o belíssimo cd da Sandy (uma das faixas se chama “Perdida e Salva”), pude fazer aquela viagem legal, filosofando sobre os acontecidos e vendo que realmente, no início, nos sentimos assim, perdidos, mas com uma força pendente a salvação, nos braços e no apoio de alguém.
Mas voltando a mim, não curto me sentir assim; é o momento que me sinto mais vulnerável, desarmado.
Gosto de me sentir seguro, confiante... E por mais que a paixão te dê uma alegria altamente instantânea, ela te dá Tb uma alegria artificial, sem naturalidade, porque ela é toda baseada naquele momento e sem sabermos por que nos entregamos a ela!
Já a segurança e calma que o amor dá... Isso não tem preço. Star naquela segurança natural, movido pela paixão equilibrada, gerando automaticamente a felicidade simplória e consciente de que ela vai e volta.
Ah! Como é bom!
Mas a paixão também é boa não é? É nela que desencadeia o amor que falei no outro parágrafo. Não é que eu n queria sentir nunca a paixão, queria que ela fosse mais natural e menos doentia como ela sempre é! Menos cega!
Mas ela não vem...
Paixão, por favor, quando você chegar, que chegue lenta e raciocinada, tranqüila e consciente...
Em compensação aparece um paradoxo: você se sente movido por uma energia e disposição, inimagináveis. Você tem vontade de abraçar o mundo e querer ser abraçado por tudo e todos. Você acha q o mundo sorri pra você em tudo que ele faz.
Daí, analisando as situações, vivemos assim entre a ansiedade, calafrios e a felicidade incidental. Perdemos-nos e nos salvamos...
Ao comentar sobre a minha situação atual com um amigo, e ouvindo o belíssimo cd da Sandy (uma das faixas se chama “Perdida e Salva”), pude fazer aquela viagem legal, filosofando sobre os acontecidos e vendo que realmente, no início, nos sentimos assim, perdidos, mas com uma força pendente a salvação, nos braços e no apoio de alguém.
Mas voltando a mim, não curto me sentir assim; é o momento que me sinto mais vulnerável, desarmado.
Gosto de me sentir seguro, confiante... E por mais que a paixão te dê uma alegria altamente instantânea, ela te dá Tb uma alegria artificial, sem naturalidade, porque ela é toda baseada naquele momento e sem sabermos por que nos entregamos a ela!
Já a segurança e calma que o amor dá... Isso não tem preço. Star naquela segurança natural, movido pela paixão equilibrada, gerando automaticamente a felicidade simplória e consciente de que ela vai e volta.
Ah! Como é bom!
Mas a paixão também é boa não é? É nela que desencadeia o amor que falei no outro parágrafo. Não é que eu n queria sentir nunca a paixão, queria que ela fosse mais natural e menos doentia como ela sempre é! Menos cega!
Mas ela não vem...
Paixão, por favor, quando você chegar, que chegue lenta e raciocinada, tranqüila e consciente...
Nenhum comentário:
Postar um comentário