Eram 23h57. Olhava o relógio insistentemente e andava em círculos pelo ponto de ônibus, naquele sábado quente de maio. Mil coisas passavam em sua cabeça; “o ônibus virá?”, “não”, respondia no mesmo instante; parecia que o ônibus n viria àquela hora da noite. Olhava os poucos transeuntes com o ar de desconfiança típico da sociedade moderna e tentava dizer pra si mesmo: “é uma pessoa comum!”. E eram. E assim dialogando consigo, resolveu olhar o relógio mais uma vez: 0h15; “já era!” pensou. “Não vai haver mais ônibus indo pra lá!”. Táxi seria a solução! “Mas, como vou pagar o táxi? Claro, a minha conta tem grana, pego o táxi e sigo pra um 24horas que me fizesse esse favor! Tem um aqui perto, n me custariam mais que quatro reais na corrida!”. Mas olhava na rua e os táxis todos estavam cheios e a tensão só aumentava até q ele olhou pra um táxi parado no ponto de táxi que em outro horário, estaria cheio de taxistas ansiosos por uma corrida; ele até tinha passado pelo táxi, mas o viu em situação tão estranha, que ficou apreensivo.
Mas o único jeito de voltar para casa seria com aquele taxista; e resolveu arriscar ao procurar homem. “o senhor me leva no 24hs, por favor?” falou após dizer o destino. Durante o caminho imaginava o que estaria fazendo ali, se ele achou o taxista mais mal encarado de todos os tempos?
Mas ao chegar no 24hs, eis a surpresa: 0h30 e não havia conexão com o Banco a ser sacado. “Isso não está acontecendo”, pensava.
Voltou pro carro altamente sem graça e desanimado; “como isso foi acontecer comigo? Ele vai pensar que tou querendo enganar ele, na certa”. “não tem comunicação com o banco... eu tenho q tentar em algum lugar”. E rumaram pra outro lugar. Nesse meio tempo, o medo de ser assaltado em plena área deserta do próximo ponto em que eles parariam, pra tentar sacar dinheiro, o cercava cada minuto a mais. Até que o motorista o acalmou falando: “eu sou policial” disse ele mostrando um 3 oitão na cintura dele. Nesse momento o que havia de aflição aumentou absurdamente: “se eu n pagar a esse cara, sou capaz de amanhecer com a boca cheia de formiga.”, refletiu. Mas tentou sacar novamente e não conseguira como o planejado. Resultado: em casa sem pagar o motorista e apenas com duas coisas: uma dívida e a certeza de que ainda existe pessoas boas nesse mundo.
Mas o único jeito de voltar para casa seria com aquele taxista; e resolveu arriscar ao procurar homem. “o senhor me leva no 24hs, por favor?” falou após dizer o destino. Durante o caminho imaginava o que estaria fazendo ali, se ele achou o taxista mais mal encarado de todos os tempos?
Mas ao chegar no 24hs, eis a surpresa: 0h30 e não havia conexão com o Banco a ser sacado. “Isso não está acontecendo”, pensava.
Voltou pro carro altamente sem graça e desanimado; “como isso foi acontecer comigo? Ele vai pensar que tou querendo enganar ele, na certa”. “não tem comunicação com o banco... eu tenho q tentar em algum lugar”. E rumaram pra outro lugar. Nesse meio tempo, o medo de ser assaltado em plena área deserta do próximo ponto em que eles parariam, pra tentar sacar dinheiro, o cercava cada minuto a mais. Até que o motorista o acalmou falando: “eu sou policial” disse ele mostrando um 3 oitão na cintura dele. Nesse momento o que havia de aflição aumentou absurdamente: “se eu n pagar a esse cara, sou capaz de amanhecer com a boca cheia de formiga.”, refletiu. Mas tentou sacar novamente e não conseguira como o planejado. Resultado: em casa sem pagar o motorista e apenas com duas coisas: uma dívida e a certeza de que ainda existe pessoas boas nesse mundo.
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